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Indicação de sites sobre animais marinhos

Uma indicação muito interessante sobre animais é esse site: 

ninha.bio.br

Apresentam informações sobre os mais diversos animais, mas como a parte desse grupo fala sobre animais marinhos, acho que a visita especificamente vale a pena.

Ceratti Thiago



                            Transformação da água.

          

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Simbolo da Ceratti
Fomos para a indústria Ceratti que fabrica tipos de carnes desde 1932.

Vimos a produção, como é feita a carne, sua limpeza etc.

Podemos ver como é a limpeza dos produtos e da Água.

Vimos como embalam os produtos.

A fábrica é bastante grande e sua limpeza é muito boa! 

O modo de limpeza da água é feita por várias etapas.

Essa água é limpa por causa das bactérias.

Instituições video ( Mares e oceanos)


A atenção sobre estudos do mar vem avançando na comunidade científica e acadêmica brasileiras, como se observa da leitura dos registros das diversas iniciativas voltadas à compreensão dos fenômenos que ocorrem nesse espaço. A descoberta de riquezas na Amazônia Azul, um imenso espaço marítimo de cerca de 4,5 milhões de Km² e que corresponde a área da Amazônia verde, a necessidade de desenvolvimento de tecnologias para a exploração e explotação dos recursos naturais existentes nesse espaço, bem como às demandas de segurança e defesa do Estado brasileiro reforçam, por si só, a ideia que é mandatório intensificar o desenvolvimento de uma mentalidade marítima no povo brasileiro.

Entrevista Mares e Oceanos

Os oceanos e sua importância para os serviços ambientais. Entrevista especial com Leandra Gonçalves

Leandra Gonçalves

IHU On-Line – Muitos ambientalistas, apesar de criticarem a Rio+20, apontaram a discussão sobre a preservação dos oceanos como algo importante. Como avalia a discussão que ocorreu na Conferência?


Leandra Gonçalves – Ter o tema dos oceanos como uma das discussões principais da Rio+20 foi relevante, porque pela primeira vez se viu o assunto ter uma cobertura midiática e um acompanhamento da sociedade civil de forma extensa. Também foi a primeira vez que temas relacionados à proteção dos oceanos fizessem parte do texto da Conferência geral. A presença do debate, o envolvimento da sociedade civil, dos atores da academia e de organizações internacionais, é de fato um grande avanço. O lamentável é que pouco se tem de concreto no texto aprovado na Conferência final – ainda muito gasoso, flexível e genérico - que é o que acontece nas conferências internacionais, quando se precisa atingir o consenso de 193 países que apresentam diferentes graus de desenvolvimento e envolvimento com a questão. É uma pena que os representantes, os negociadores e os líderes de Estado tenham perdido uma oportunidade tão importante quanto a Rio+20 de ter colocado metas numéricas, que poderiam ser alcançadas em determinados prazos, e ter jogado esse compromisso para 2014 e 2015.

IHU On-Line – Recentemente você declarou que a criação de áreas marinhas protegidas é a melhor ferramenta para a preservação, recuperação e manutenção dos oceanos, no seu desempenho como regulador do clima do planeta. Qual a função dos oceanos para garantir a sustentabilidade do planeta?

Leandra Gonçalves – Os oceanos cobrem 70% da superfície da Terra e têm uma importância fundamental para regular todo o equilíbrio climático do planeta. Além disso, são considerados uma das principais fontes de proteína para alimentar a população brasileira e um dos ambientes onde se encontra a maior taxa de biodiversidade. Então, os oceanos têm uma importância bastante grande no que se refere à manutenção desses serviços ambientais. É uma pena, de fato, que muitas das decisões voltadas à questão do meio ambiente sejam estritamente relacionadas às florestas. Não que elas não mereçam a devida atenção, sem dúvida é uma questão importante, mas os oceanos também são bastante relevantes e poderiam ganhar um pouco mais de atenção da sociedade e também dos tomadores de decisão.

IHU On-Line – Como acontece hoje a proteção e preservação dos oceanos? Na prática, como é possível criar essas áreas de proteção?

Leandra Gonçalves – A melhor ferramenta são as áreas marinhas protegidas. São unidades de conservação marinha, espaços protegidos no mar, que devem seguir determinadas regras e regulamentações, mas que têm como função básica produzir e criar espaço e tempo para a natureza se recuperar. Hoje sabemos que os peixes, moluscos, mamíferos marinhos, corais, plânctons, estão constantemente sofrendo pressões de variados vetores. Tem o vetor do aquecimento global; da exploração de petróleo e gás; tem a questão da sobrepesca, da pesca ilegal, da sobre-exploração pesqueira; tem o fato da poluição atmosférica e terrestre; tem o lixo do mar. Todos esses são vetores que ameaçam a biodiversidade marinha. Para que essa biodiversidade se recupere, a melhor forma é o Estado criar essas unidades de conservação, que é o que chamamos hoje de áreas marinhas protegidas.

IHU On-Line – Como vislumbra a possibilidade de uma governança global dos oceanos?

Leandra Gonçalves – Sem dúvida nenhuma, essa é uma necessidade. Hoje, cada país costeiro tem soberania por 200 milhas náuticas a contar do seu limite de costa, ou seja, o Brasil tem que ter governança marinha nacional, ao longo das 200 milhas náuticas da costa brasileira. Para além destas, que é parte da soberania de cada país, ainda nos restam 67% de mar brasileiro que é praticamente o “mar de ninguém”, porque não tem nenhuma gestão, nenhuma regulamentação. Em outras palavras, países que têm condições tecnológicas de ultrapassar esse limite das 200 milhas náuticas, podem fazer nesses 67% de águas “internacionais” atividades exploratórias que bem lhe interessarem. O que se discutiu bastante na Rio+20 foi a necessidade de ter um tratado internacional que fosse, inclusive, destinado a proteger também esse mar que está sem regulamentação.

IHU On-Line – Como o Brasil se posiciona diante das discussões acerca da preservação dos oceanos? Como esse tema aparece na política ambiental do Estado brasileiro?

Leandra Gonçalves – O Brasil, ao longo da discussão da Conferência Rio+20 sobre o tema dos oceanos, foi favorável ao aumento da governança ambiental internacional. No entanto, o que não vemos muito no governo brasileiro é esse mesmo interesse em preservar a zona costeira marinha brasileira. Um exemplo claro disso é a região do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, uma das regiões de maior biodiversidade de todo o oceano Atlântico Sul, localizado no extremo sul da Bahia, onde encontramos a única área de reprodução de baleias jubarte e a maior área de recifes de corais de todo o Atlântico Sul. Além disso, é a região onde sobrevivem mais de 25.000 pescadores e comunidades tradicionais. Essa área hoje sofre ameaças do impacto do aquecimento global, da exploração de petróleo e gás, e também da sobrepesca. O governo brasileiro perdeu a oportunidade, durante a Rio+20 de criar e de ampliar essa área do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, garantindo uma maior proteção à biodiversidade.

IHU On-Line – Qual é a situação ambiental dos oceanos, considerando que acontecem vazamentos de petróleo, por exemplo, no mar? É possível avaliar qual dos oceanos está mais preservado?

Leandra Gonçalves – Em termos de legislação para a proteção do mar, a Austrália e a Nova Zelândia estão entre os países que mais têm interesse na preservação. Recentemente, até durante a Conferência Rio+20, a Austrália anunciou a criação de uma das maiores áreas marinhas protegidas do mundo. No entanto, é muito difícil dizer qual é oceano mais protegido. Mas acredito que o entorno da Austrália e da Nova Zelândia é a região mais protegida no mundo hoje.

IHU On-Line – Como você avalia as discussões em torno da criação do Santuário Atlântico Sul e a reprovação do projeto?

Leandra Gonçalves – Isso é uma pena muito grande. Há mais de 12 ou 13 anos que o governo brasileiro é proponente da criação desse santuário para a conservação de baleias e de golfinhos no oceano Atlântico Sul, juntamente com a África do Sul, a Argentina e o Chile. Todos os anos, ao longo das discussões da Comissão Internacional da Baleia, o governo brasileiro lança a proposta do santuário, mas ela sempre é recusada. É uma pena que o Japão continue anualmente realizando a compra dos votos – o que já foi denunciado por muitas organizações não governamentais –, impedindo a aprovação de mais proteção para baleias e golfinhos na região do Atlântico Sul.

entrevista sobre mares e oceanos


‘Monitorar os oceanos é urgente’, entrevista com José Henrique Muelbert


Publicado em março 22, 2012 por Redação



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José Henrique Muelbert é coordenador do painel para a implementação do Sistema Global de Observação dos Oceanos (Goos, na sigla em inglês), uma rede mundial de monitoramento de oceanos apoiada por vários organismos internacionais. Ele afirma que o mundo precisa urgentemente monitorar parâmetros como a temperatura e a quantidade de nutrientes e oxigênio dos mares, para dar respostas e prestar serviços à sociedade. “Monitorar a temperatura dos oceanos, por exemplo, ajuda na previsão de ciclones e eventos extremos. Não é diletantismo científico”, brinca.


A entrevista é de Karina Ninni e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 21-03-2012.

Eis a entrevista.

A acidificação parece ser a bola da vez na discussão sobre oceanos. Por quê?

A acidificação está ocorrendo em resposta ao aumento da pressão de gás carbônico na atmosfera. Ele acaba sendo incorporado aos oceanos e vai alterar o balanço dos carbonatos dentro do sistema aquático. Isso deixa o pH mais ácido e atua diretamente sobre os organismos que têm carbonato de cálcio em sua formação.

Temos estudos em série sobre isso? Temos ideia do tempo que esse fenômeno vai demorar para fazer efeito sobre estes organismos?

Existem estudos de laboratório mostrando o efeito da descalcificação nos organismos. Agora, projetar esses estudo para o ambiente é complicado, porque estudamos um organismo que já cresceu, que já viveu. Seria preciso acompanhar esse organismo no ciclo de vida dele. Isso significa observar uma ostra, por exemplo, por cinco, seis anos…. Então, fazer esse tipo de projeção é muito complicado. Temos de conhecer bem os limites de tolerância das espécies. Há algumas que toleram maior amplitude de variação de pH, enquanto outras são mais sensíveis e afetados por pequenas modificações. Outra coisa que não conhecemos bem é a taxa com que essa modificação está ocorrendo. Há uma série medida no Havaí, por dez anos, que uma ideia, mas não sabemos se isso acontece em todos os oceanos, ou se é relativo apenas àquele ecossistema. Por isso, na Rio+20, uma das coisas que está sendo articulada é um sistema global de observação dos oceanos.

Esse sistema teria de ser do mesmo naipe do monitoramento atmosférico?

Precisamos urgentemente observar vários parâmetros. Saber, por exemplo, como os nutrientes estão mudando ao longo dos oceanos. Existem maior produção e transporte de nitrogenados, de fosfatados nas zonas costeiras, que estão afetando as águas, criando mais zonas mortas; precisamos monitorar o oxigênio relacionado com essas zonas mortas e a transmissão da luz dentro da colônia trófica, pois a luz é fundamental para o desenvolvimento do fitoplâncton – a pastagem dos oceanos. São variáveis simples que precisam ser monitoradas a longo prazo para começarmos a dar algumas respostas para a sociedade.
O que são as zonas mortas? Elas vêm aumentando?

Quando se constrói uma cidade na beira da praia, onde não havia população, você começa a produzir dejetos, muitas vezes jogados diretamente nas águas, in natura, sem tratamento. Eles vão acabar consumindo o oxigênio que está na água para decomposição da matéria orgânica. Isso cria áreas com pouco oxigênio, que chamamos de zonas mortas. Um estudo publicado há cerca de dois anos mostra que elas vêm aumentando porque os oceanos, principalmente as regiões costeiras, estão cada vez mais sujeitas às ações do homem. Um outro aspecto é que há um aumento cada vez maior de áreas de agricultura que utilizam fertilizantes inorgânicos. Eles são levados para os rios quando chove, e daí para os oceanos, onde há plantinhas que, ao crescer, vão consumir oxigênio, e ao morrer vão acumular matéria orgânica no fundo do mar. Essa matéria orgânica também vai utilizar oxigênio para ser degradada. Vai haver um aumento dessas zonas mortas, de condições de baixo oxigênio.

Nos últimos anos, houve evolução no monitoramento de alguns dos parâmetros oceânicos citados por você?

Sim, em regiões oceânicas abertas que se pode cobrir com satélite. Hoje em dia, a gente consegue monitorar por satélite a temperatura, a cor dos oceanos, e com isso ter uma ideia da produção biológica primária de plantas. A gente consegue monitorar a altura, a elevação da água, e com isso estimar correntes. E, ano passado, foi lançado um satélite que consegue indicar a salinidade, outro aspecto importante do sistema. Isso foi possível com o advento do sensoriamento remoto. Mas medições no local, de regiões costeiras, não temos. Não temos também uma cobertura muito grande para validar alguns desses dados de satélite e poder utilizar melhor essa informação.

Os pontos de monitoramento existentes (aqui e no Japão, por exemplo) usam a mesma linguagem e metodologia?

A ideia por trás do Goos é justamente essa: que sejam medidas as mesmas variáveis, da mesma maneira, com a mesma técnica e a mesma precisão, para que se possa comparar.

Existe um mapeamento dos pontos de monitoramento ideais ao redor do mundo?

Isso vem sendo discutido. No Brasil, ano passado, o governo federal financiou Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia no mar. Foram formados quatro desses. Apesar de eles terem a proposição de fazer pesquisa científica, um dos grandes avanços que acho que vão trazer é essa preocupação de instalar sistemas de monitoramento. Estamos agora no momento de chegar a um acordo sobre os locais mais importantes para monitoramento a curto prazo, as regiões costeiras mais suscetíveis.

Quais são as variáveis levadas em conta para instalar um ponto de monitoramento?

Estive envolvido no documento final do GOOS. Temos a nítida preocupação com variáveis que causam impacto no ambiente e também em monitorar variáveis que tenham benefício final para a sociedade. Por exemplo: algas nocivas. Existe um grupo de algas que sob determinadas condições florescem rapidamente e liberam toxinas nas águas. Elas vão entrar no peixe que a gente consome, em áreas de maricultura.

(Ecodebate, 22/03/2012) publicado pela IHU On-line, parceiro estratégico do EcoDebate na socialização da informação.

[IHU On-line é publicada pelo Instituto Humanitas Unisinos – IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS.]

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Livros sobre oceanos e mares

http://www.buscape.com.br/oceanos-e-mares-col-navegando-na-leitura-nova-ortografia-margaret-hynes-8539405466.html
Autora: Margaret Hynes

Editora: GIRASSOL 

Faça um passeio visual pelo mundo dominado pela água, conheça sua diversidade animal e vegetal e a nossa relação com os recursos naturais dos oceanos.
Descubra o estranho e maravilhoso mundo marinho de tubarões, águas-vivas, anêmonas e pepinos-do-mar.
Conheça a extraordinária força dos mares, explore recifes de corais e as regiões mais profundas do oceano, e siga as rotas migratórias dos animais marinhos.
Em cada capítulo possui dicas de sites sobre oceanos e amares para você navegar na internet e aprender ainda mais.

Fonte: 


http://www.livrariacastelo.com.br/livros/infantil/rios-e-oceanos.html
Imagine-se velejando em alto-mar, ou então vendo as enormes ondas batendo contra as rochas. E que tal um banho num rio de águas bem claras ? Explore as pofundezas do mundo submarino e descubra as criaturas incríveis que Deus fez. Conheça também como é formada a areia da praia e as marés. Enquanto você navegar pelas páginas deste livro e aprender sobre os oceanos, mares e rios, descobrirá como o Deus é poderoso e criativo.


Autor(es): Michael Carrol

Editora: Editora Vida 

Fonte: 

http://www.saraiva.com.br/oceanos-de-magia-13-historias-fantasticas-numa-viagem-por-oceanos-imaginarios-e-mares-encantados-1462252.html

O encanto do mar seduz muitas pessoas: aquelas que anseiam por excursões marítimas e aventuras, aquelas que buscam uma fuga para climas mais amenos, longe das preocupações rotineiras. Deixe que esta coleção de contos marítimos, escrita por alguns dos mais hábeis e estranhos navegadores das águas infinitas da imaginação leve você a reinos mágicos e a tempos distantes


Editora: Bertrand Brasil 

Autor Greenberg, Martin H.; Thomsen, Brian M.

Fontes:



http://www.bondfaro.com.br/cprocura/mares-oceanos-serie-explorar-editora-vale-letras-ltda-8576616971.html

Autor: Stephen Savage

Explore piscinas naturais, destroços de navios e recifes de corais em busca das criaturas mais fantásticas dos mares e oceanos. 

http://msn-o.com/sandcastles-resort-ocho-rios
Este livro tem como tema central a água, porém sob a ótica dos oceanos, mares e rios. A ideia é “navegar” pelos espaços oceânicos, marítimos e fluviais, usando-os como referência para descrever e analisar alguns dos principais aspectos históricos, geográficos, geopolíticos, ambientais e culturais das áreas por eles banhadas. Do modo como foram estruturados, os capítulos desta obra podem ser lidos independentemente da sequência apresentada. Espera-se que, ao final do livro, o leitor tenha uma visão panorâmica das complexas relações geopolíticas que regem o mundo contemporâneo.


Fontes:


ONG Animais Marinhos

http://www.ecoloja.com.br/goto/store/textos.aspx?SID=Ecoloja&id=227

1ª ONG a resgatar animais marinhos.

Desde 2004, os animais da baixada santista contam com um grupo de veterinários e biólogos que se uniram para formar o GREMAR (Grupo de Resgate e Reabilitação de Mamíferos Marinhos) para reabilitar sua saúde e devolvê-los ao oceano. Esses "Anjos do Mar" estão localizados na Ilha dos Arvoredos, situada a 1.800 metros da Praia de Pernambuco, no município de Guarujá, São Paulo.



                                                                    https://www.youtube.com/watch?v=IcDm-VW-PKo

Projeto Tamar completa 35 anos com nova geração de tartarugas marinhas














Esse gráfico mostra as tartarugas salvas nesses últimos anos. E também mostra a ampliação dos esforços e área do Tamar e a ampliação das técnicas e respeito ambiental, tudo nesses últimos anos.

Clipe sobre a poluição em Mares e Oceanos



Esse vídeo mostra a poluição nos Mares e Oceanos. Podemos perceber que é um documentário mostrando peixes mortos e outros animais.

Vídeo de: W Videos

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=6F79rI0UVnU

Relatório da visita a Cerati

A Ceratti é uma fábrica que produz produtos como mortadela, presunto, salsicha, linguiça, etc. Lá conhecemos o tratamento de água, eles retiram a água utilizada na produção de seus produtos e a tratam para utilizar novamente.


Já dentro da fábrica existem vários processos, como o resfriamento que armazena os produtos para que fiquem numa temperatura certa.


Outro setor é o de armazenamento, logo depois de pronto o produto é armazenado para a retirada.
De manhã eles produzem os produtos e de noite limpam toda a fábrica para o dia seguinte.

Tratamento de água (trabalho extra)

Este trabalho tem como objetivo, voltar a atenção para uma questão mundial, a escassez de água, as consequências e os resultados gerados, da má prática do uso da mesma, utilizada em demasia, sem se preocupar com o futuro da nação e dos negócios que movem o planeta, e que necessitam tanto deste recurso natural nos seus processos, e até mesmo como matéria prima, que antes existia em abundância, e hoje é uma situação crítica, muitos falam até no seu fim. O trabalho mostra a situação dos recursos hídricos no Brasil e no estado de São Paulo, e na região da cidade de Marília, concentrações hídricas, dos aquíferos, e capacidades de consumo, e capitação do recurso, em seguida voltamos para a questão das qualidades e tipos de água, e seu uso nas indústrias, destacando os tipos e a qualidade das águas.
http://www.guialis.net.br/uploads/br/cats/98/tratamento-de-agua_98-0.jpg

Video dos Mares e oceanos


https://www.youtube.com/watch?v=pxjlyZK-aZA       

Resenha:

É um documentário que fala sobre os Mares E Oceanos. Podemos ver que o vídeo fala sobre os animais marinhos como se alimentam e como se movimentam, também mostra muitas paisagens que sofrem com a ação humana em Rios, Lagos e Mares muitos sujos. E também muitos Mares bonitos.

vídeo sobre mares e oceanos



                                         https://www.youtube.com/watch?v=duzOPcSkBPE


Do que se trata:


Se trata de uma reportagem alegando que a pesca marinha tem aumentado muito nos últimos anos e que as plataformas que extraem petróleo no oceanos estão o prejudicando. Esta reportagem mostra alguns perigos dos mares e oceanos.

HQ oceanos e mares


Desastres causados pela Água

Os Tsunamis são ondas gigantes, existem estimativas de ondas com mais de 30 metros de altura e velocidade incrível de mil quilômetros por hora. Grande parte dos Tsunamis ocorrem no oceano Pacífico.

Reportagem sobre inundação

Washington, 15 set (EFE).- Uma pequena inundação repentina provocada pelas fortes chuvas em um pequeno povoado do estado de Utah, nos Estados Unidos, causou a morte de 16 pessoas, várias delas crianças, e outras quatro estão desaparecidas, informaram nesta terça-feira as autoridades locais.

Fontes:

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2015/09/16/inundacoes-deixam-16-mortos-e-4-desaparecidos-em-utah-nos-estados-unidos.htm

Inundações

http://blogdotoscanoneto.blogspot.com.br/2014/05/defesa-civil-registra-alagamentos-e.html

Todos os anos é a mesma coisa na época das chuvas de verão. As regiões metropolitanas das grandes cidades enfrentam as enchentes que desabrigam milhares de pessoas, além de ferir e até matar outras tantas. Normalmente os maiores prejudicados são as pessoas pobres da periferia que não possuem condições seguras e ideais de moradia, estando a mercê das precárias condições urbanísticas da cidade.

Fontes:
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/inundacoes/inundacoes.php

Lixo nos oceanos

Recentemente foi encontrada uma área no oceano Pacífico, onde se concentra grande quantidade de materiais plásticos provenientes do despejo desses resíduos na zona costeira. O famoso lixão do Pacífico. A área deste “lixão” equivale às áreas dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Goiás juntos. Estima-se que existam cerca de 100 milhões de toneladas de plástico nessa área (27% sacolas plásticas) um milhão de partículas de plástico por quilômetro quadrado. A concentração dessa enorme quantidade de resíduos é provocada pela circulação de correntes marinhas, que formam um giro de sentido horário no hemisfério norte desse oceano, acumulando o lixo no interior do giro.

http://varelanoticias.com.br/fotos-de-surfe-no-lixo-alertam-para-poluicao-dos-oceanos/

Fontes: